Quanto demora a residência?
Os prazos são definidos pelos órgãos públicos e variam segundo a via e a nacionalidade — por isso não publicamos prazos que não dependem de nós. O que damos de verdade: um cronograma estimado do seu caso, por escrito, na avaliação inicial, e aviso a cada avanço do processo.
Quais documentos eu preciso?
Passaporte vigente, certidão de nascimento, antecedentes criminais do país onde você morou nos últimos 5 anos (emissão recente) e certidão de estado civil se aplicável — todos apostilados. Documentos brasileiros em português: sem tradução em Migraciones. A lista exata do seu caso confirmamos na primeira consulta, sem custo.
Quantas vezes preciso viajar?
O protocolo em Migraciones é presencial, então é necessária ao menos uma viagem. Coordenamos a agenda para que uma única viagem curta seja suficiente: antecedentes locais, protocolo e biometria em dias seguidos. Depois, se você já voltou ao Brasil, seguimos o processo por procuração.
Quanto custa no total?
Cada caso tem orçamento próprio, tratado de forma reservada: escreva pelo WhatsApp e você recebe um orçamento único e fechado por escrito antes de começar — inclui taxas do governo, custos de cartório e todos os trâmites. Só as apostilas no seu país e as traduções, se necessárias, ficam à parte. Sem surpresas.
Quando recebo a cédula?
A cédula é emitida por Identificaciones depois que a residência é concedida — mas o registro (foto, biometria e assinaturas) pode ser feito na sua mesma estadia. A retirada e a entrega ficam com a gente, sem você precisar voltar.
Vocês podem garantir a aprovação?
A decisão final é de Migraciones e de cada banco; ninguém pode garantir isso. O que controlamos: que o seu processo entre completo e correto — o que, na prática, evita recusas e atrasos.
Por que os bancos recusam estrangeiros?
Quase sempre por uma de três razões — e as três podem ser trabalhadas. A primeira e mais frequente: a origem dos recursos sem documentação. O banco quer ver de onde vem o seu dinheiro e o seu patrimônio — declarações de imposto do seu país, extratos, escrituras, contratos — e essa pasta se monta antes de pisar no banco, não no balcão. A segunda: pedir conta pessoal sem cédula paraguaia; sem esse documento a abertura é praticamente impossível — por isso a conta vem depois da residência, não antes. A terceira surpreende muita gente: a cédula recém-emitida demora alguns dias para aparecer nos sistemas dos bancos — é prática que se confirma no atendimento —, então a entrevista é agendada quando o banco já consegue vê-la. Nós montamos a pasta com você, escolhemos banco e agência segundo o seu perfil e acompanhamos a entrevista. A decisão final é de cada banco; o que controlamos é que você chegue com tudo o que vão pedir.
Com a residência eu paro de pagar impostos no Brasil?
Não automaticamente — e desconfie de quem disser o contrário. Residência migratória e residência fiscal são coisas diferentes: o Paraguai não tributa a sua renda do exterior, mas o Brasil só deixa de tributar você se a saída fiscal for bem feita — comunicação e declaração de saída definitiva, planejadas com um tributarista de lá. Nós resolvemos a parte paraguaia; o seu tributarista, a do seu país — e dizemos com honestidade qual parte não depende do Paraguai.
A residência por investimento é mesmo direta?
Sim: o Investor Pass (Res. MIC 0283/2026) concede a residência permanente sem passar pela etapa temporária, com cédula de 10 anos. O investimento precisa estar executado ou em execução comprovada, e o plano é acompanhado — é residência para investidores de verdade. A elegibilidade e a concessão são decisão de SUACE e Migraciones; nós preparamos o processo para que chegue impecável.
Minha família está incluída no investimento?
Sim: cônjuge e filhos menores entram com um único investimento. Investidores que não são família direta fazem cada um o seu próprio valor. E o status se mantém com um dia de presença no país a cada três anos.
E se eu não quiser investir?
A via clássica segue intacta: residência temporária por dois anos, sem investimento exigido, que se converte em permanente cumprindo os requisitos — com o calendário de presença bem planejado desde o início. É a via mais usada, e avaliamos do mesmo jeito: grátis e por escrito.
Posso fazer o trâmite sozinho, sem advogado?
Pode — a lei não obriga contratar ninguém, e há partes que só você pode fazer (as apostilas no seu país, os seus antecedentes). O que você contrata com a gente é outra coisa: a escolha certa da via, um processo que entra correto de primeira, alguém que responde em cada órgão e o acompanhamento até o fim. Dizemos desde o início o que você pode fazer sozinho e o que vale a pena deixar com a gente.